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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Indicador Antecedente Composto da Economia sobe em novembro

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) e pelo The Conference Board (TCB), subiu 0,5% entre outubro e novembro, atingindo 111,2 pontos. Das oito séries componentes, cinco contribuíram para a alta do indicador, com destaque para o Índice de Expectativas do Consumidor, que variou 4,6%. O Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE, FGV TCB) do Brasil, que mensura as condições econômicas atuais, subiu 0,3% no mesmo período, para 99,9 pontos. 
“Todos os componentes do ICCE contribuíram positivamente para a expansão do indicador em novembro, estabelecendo seu oitavo mês consecutivo de variações não negativas. O comportamento do IACE no mesmo período sinaliza que o período de expansão da atividade econômica iniciado no primeiro trimestre de 2017 deverá ter continuidade ao longo dos próximos meses”, afirma Paulo Picchetti, pesquisador do FGV IBRE.
O Indicador Antecedente Composto da Economia agrega oito componentes econômicos que medem a atividade econômica no Brasil. Cada um deles vem se mostrando individualmente eficiente em antecipar tendências econômicas. A agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados “ruídos”, colaborando para que a tendência econômica efetiva seja revelada.
Sobre o Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE)
O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil foi lançado em julho de 2013 pelo FGV IBRE e pelo The Conference Board. Com uma série desde 1996, o IACE teria antecipado, de maneira confiável, todas as quatro recessões identificadas pelo Comitê de Datação de Ciclos Econômicos do FGV IBRE (CODACE) durante este período. O indicador permite uma comparação direta dos ciclos econômicos do Brasil com os de outros 11 países e regiões já cobertos pelo The Conference Board: China, Estados Unidos, Zona do Euro, Austrália, França, Alemanha, Japão, México, Coréia, Espanha e Reino Unido.
Para visualizar o relatório completo, acesse o site.

Especialistas debatem ensino participativo a distância

O Núcleo de Metodologia de Ensino (NME) da Escola de Direito de São Paulo (FGV Direito SP) realizou, em 6 de dezembro, um encontro para debater o ensino participativo a distância. O evento contou com a presença de especialistas da área da educação a distância (EaD) e da área de tecnologia da informação para discutir os principais desafios e oportunidades de um ensino não presencial participativo e de maior qualidade.
O evento se insere em um contexto no qual a crescente facilidade de acesso às novas tecnologias, atrelada à grande demanda pela democratização do acesso ao ensino superior no Brasil, tem sido um incentivo para a popularização dos cursos a distância. Nos últimos anos a modalidade teve um percentual de volume de ingressos bastante expressivo, ao contrário do ensino presencial, e, segundo o Ministério da Educação e Cultura (MEC), em cinco anos a educação a distância deverá responder por metade das matrículas na educação superior brasileira.
De acordo com a professora Marina Feferbaum, coordenadora do NME, neste cenário, tutores, desenhistas instrucionais e conteudistas serão em grande parte responsáveis pela qualidade do ensino superior brasileiro. “É preciso pensar em como os responsáveis por cursos a distância podem melhorar o que já fazem, utilizando novas metodologias de ensino a distância combinadas com diferentes ferramentas tecnológicas disponíveis”, afirma.
Durante o encontro, também foram trazidas ao debate reflexões decorrentes da primeira edição do programa de certificação a distância de professores para o ensino superior, realizado pela FGV ao longo de 2017 por meio de quatro cursos online oferecidos pela FGV Direito SP e pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional (FGV IDE).
O evento, aberto pela coordenadora institucional e vice-diretora da FGV Direito SP, Adriana Ancona de Faria, e pelo diretor de programas e processos acadêmicos do FGV IDE, Gerson Lachtermacher, contou com a participação dos pesquisadores do NME, Guilherme Klafke, Stephane Lima, Luiza Corrêa, e com Mary Murashima, Maristela Tavares, Carolina Mendonça e Sandro Bonadia, da FGV SOL. Também participaram das duas mesas de debates do evento Maria Alice Passos Mendes, superintendente de produto online da FGV; Maria Alice da Justa Lemos, superintendente de controles internos da FGV; Márcio Sanches, coordenador da Universidade Corporativa do Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp); Flávio Roberto Bueno, especialista em desenho institucional; os tutores Cláudia Acosta, Leilani Dian Mendes, Clio Radomysler; e os alunos do programa de certificação a distância Júlio César Ferronato e Luciana Ribas.

Medalha Mário de Andrade

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

III CMDT - Colóquio sobre Materiais Dielétricos e Técnicas Emergentes de Ensaios e Diagnósticos



Ceensp discutiu sistemas alimentares e suas implicações para saúde e políticas públicas

Debater a entrada das grandes corporações da indústria alimentícia nos países da América Latina e nos lugares mais pobres desses países foi o principal objetivo do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos realizado em 8 de novembro. 

Com o tema A guerra (não tão) surda entre dois sistemas alimentares: implicações para a saúde e políticas públicas, o Ceensp contou com a participação do pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Nutrição e Saúde (NUPENS), Carlos Augusto Monteiro, e da pesquisadora do Departamento de Ciências Sociais da ENSP, Rosana Magalhães. 

A sessão foi coordenada por Letícia Cardoso, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP e pesquisadora do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da Escola. A palestra está disponível na íntegra no canal da ENSP no Youtube. 

IGP-M acelera na primeira prévia de dezembro

Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) registrou taxa de variação de 0,73%, na apuração referente ao primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período de apuração do mês anterior, este índice registrou taxa de -0,02%. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGP-M de dezembro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 30 do mês de novembro.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,96%, no primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período do mês de novembro, o índice variou -0,09%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de 0,19% para 0,47%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,31% para 1,08%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 1,47%, ante 1,70%, no mês anterior. A principal contribuição para este recuo partiu do subgrupo suprimentos, que passou de 2,88% para 0,89%.
O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de 0,96%. No mês anterior, a taxa foi de -2,62%. Entre os itens com taxas em trajetória crescente, destacam-se: minério de ferro (-14,95% para 1,99%), leite in natura (-8,21% para -0,89%) e bovinos (-1,67% para 1,47%). Em sentido oposto, vale mencionar: soja (em grão) (2,72% para 0,70%), milho (em grão) (3,71% para 1,34%) e aves (3,50% para 1,05%). 
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou taxa de variação de 0,30%, no primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,03%. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Transportes (0,11% para 0,78%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 0,51% para 2,97%.
Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (-0,59% para 0,54%), Vestuário (-0,35% para 0,96%), Alimentação (-0,28% para -0,17%), Habitação (0,29% para 0,37%) e Despesas Diversas (-0,01% para 0,06%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: passagem aérea (-12,92% para 20,39%), roupas(-0,30% para 1,12%), laticínios (-1,64% para 0,36%), taxa de água e esgoto residencial (0,00% para 1,48%) e alimentos para animais domésticos (-1,23% para 0,19%), respectivamente.
Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,52% para 0,32%) e Comunicação (0,20% para -0,21%). Nestas classes de despesa, vale mencionar: perfume (1,67% para -0,82%) e tarifa de telefone residencial (0,00% para -2,10%), respectivamente.
Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,30%, no primeiro decêndio de dezembro. No mês anterior, esse índice apresentou taxa de variação de 0,29%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,54%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,64%. O índice que representa o custo da Mão de Obra apresentou variação de 0,10%. No mês anterior, este índice não variou.

Juristas debatem corrupção e lavagem de dinheiro no exercício da advocacia

O Grupo de Estudos de Direito Penal Econômico (GPDPE) da Escola de Direito de São Paulo (FGV Direito SP) realiza, no dia 14 de dezembro, às 9h, o evento “Riscos de Responsabilidade Penal no Exercício da Advocacia”. A rodada de discussões vai abordar o exercício da advocacia, lavagem de dinheiro e corrupção e contará com a participação de membros do Mestrado Profissional da FGV Direito SP, do GVlaw e de profissionais de diversas áreas do Direito.
A abertura do evento será realizada pela coordenadora do GPDPE, professora Heloisa Estellita, e pelo secretário-executivo do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), Ricardo Liáo. Já as discussões estão estruturadas em dois blocos. O primeiro deles focará nos debates sobre riscos de responsabilidade penal no exercício da advocacia. O advogado Bruno Borragine vai falar sobre lavagem de capitais. Já o também advogado Eduardo Ferreira vai fazer uma abordagem sobre corrupção.
O segundo bloco, por sua vez, terá enfoque na adoção de medidas de prevenção à lavagem de dinheiro por advogados. Participam dos debates os advogados Theodoro Balducci, que vai falar sobre a regulamentação da advocacia na Espanha e em Portugal, e Aldo Romani, que apresentará uma proposta para regulamentação da atividade profissional no Brasil.
O evento será realizado no auditório da FGV Direito SP (Rua Rocha, 233. Bela Vista, São Paulo). Para mais informações e inscrições, acesse o site.