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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Energia em Foco – Estratégia e Desafios para o Futuro

A FGV Energia promove, no dia 31 de agosto, às 18h, uma palestra com primeiro diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e doutor em Economia de Energia, David Zylbersztajn, para a próxima edição da série de palestras Energia em Foco – Estratégia e Desafios para o Futuro. Durante o evento, o convidado apresentará sua visão sobre a geração de energia a partir de seus estudos e de sua ampla experiência no mercado.
David Zylbersztajn é formado em engenharia mecânica pela PUC-RJ e doutor em Economia de Energia pela Universidade de Grenoble (França). Foi diretor geral da ANP, Secretário de Energia do Estado de São Paulo e foi membro do Conselho de Administração do Banco do Brasil. Atualmente é professor da PUC-RJ no Instituto de Energia e sócio sênior da DZ Negócios com Energia.
Desde 2014, a FGV Energia promove uma série de palestras “Energia em Foco”, com profissionais da alta gestão do setor energético. O objetivo é debater os desafios políticos, econômicos, e tecnológicos para seu desenvolvimento no Brasil.
Para mais informações e inscrições, acesse o site.

Evento debate investimentos da China no Brasil e seus desafios regulatórios

A Escola de Direito do Rio de Janeiro da FGV (Direito Rio) realizou, no dia 3 de agosto, o “I Seminário Brasil-China: Desafios Regulatórios e Legais para Empresas e Investimentos Chineses no Brasil”. O evento, realizado no Centro Cultural FGV, reuniu autoridades chinesas e especialistas de ambos os países para debater essa relação comercial e seus benefícios mútuos.
Durante a abertura, o professor de Direito Internacional da Direito Rio e coordenador do Núcleo de Estudos China-Brasil, Evandro Carvalho, reforçou os laços que unem os dois países. Ele destacou que o gigante asiático, hoje, é o maior parceiro comercial brasileiro e um de seus maiores investidores. Além disso, ambas as nações integram o BRICS (acrônimo para Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e são membros fundadores do Novo Banco de Desenvolvimento.
Já o presidente da FGV, professor Carlos Ivan Simonsen Leal, lembrou que tradicionalmente o Brasil recebe investimentos da Europa e América do Norte e que o recente interesse chinês no país é uma surpresa positiva. Por outro lado, ele destacou que ainda não se sabe se o Brasil está preparado do ponto de vista regulatório e que é preciso reforçar a relação entre os dois países.
“Hoje, se eu fosse caracterizar as relações econômicas entre Brasil e China, eu diria que ainda é muito mercantilista. Falta de ambas as partes o interesse de saber quais são as necessidades de cada um”, disse.
Em seguida, o Cônsul Geral da China no Rio de Janeiro Li Yang, apresentou a visão do país asiático sobre as relações com o Brasil. O diplomata destacou que o seminário promove entendimento e confiança mútua e permite que as empresas chinesas possam se desenvolver melhor no Brasil e contribuir com o entendimento de aspectos regulatórios.
“As empresas chinesas que vêm para o Brasil não estão olhando só para o próprio lucro. Cheguei há nove meses e percebo que as empresas são bem-vindas porque adotam o ‘win-win’ (ganha-ganha). Os empresários que vêm ao Brasil precisam se adaptar ao mercado e ao ambiente regulatório brasileiro. Eu acho que esse ambiente deveria ser mais aberto para possibilitar a captação de mais recursos e desenvolvimento tecnológico”, destacou o Cônsul.
O diplomata acrescentou que o atual modelo regulatório brasileiro se assemelha ao utilizado na China nos anos 1990, antes da entrada do gigante asiático na Organização Mundial do Comércio(OMC). Segundo ele, o Brasil tem capacidade para produzir qualquer tipo de produto industrializado, mas que somente poucos deles conseguirão ser competitivos no mercado internacional, o que faz com que o país perca uma série de oportunidades.
“Se o Brasil quiser prosperar mais ainda, precisa se abrir mais nesse cenário global”, concluiu.
Na mesa que debateu questões sobre setores regulados, o vice-diretor de Ensino, Pesquisa e Pós-graduação da Direito Rio, professor Sérgio Guerra, falou sobre a estrutura administrativa do Brasil e o surgimento das agências reguladoras na década de 1990. Segundo ele, o modelo se assemelha ao adotado pelos EUA, mas ainda há algumas lacunas que precisam ser devidamente preenchidas. Já Wan Guangfeng, presidente da petroleira chinesa CNPC Brazil, abordou as perspectivas de investimento em petróleo e gás.
A última mesa do evento dedicou-se ao debate sobre os desafios legais para as empresas chinesas no mercado. O coordenador de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (IBRE), Armando Castelar Pinheiro, falou sobre os aspectos econômicos dessa relação e sobre a competitividade brasileira no mercado internacional. Já Li Tie, presidente da BYD no Brasil abordou os investimentos e desafios legais e tributários no Brasil.

Gargalos para reconhecimento de diploma estrangeiro dificultam atração de mão de obra qualificada no Brasil

Levantamento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas (DAPP) da Fundação Getulio Vargas aponta avanços e desafios — ainda persistentes — na revalidação e reconhecimento de diplomas estrangeiros, uma ferramenta crucial para a atração e retenção de mão de obra qualificada no país. De acordo com o estudo, o lançamento da plataforma Carolina Bori, do Ministério da Educação(MEC) e ainda em fase de implementação, em conjunto com algumas regulamentações do governo federal, ofereceu avanços neste campo ao reduzir a burocracia exigida pelas universidades brasileiras, mas ainda há gargalos a serem corrigidos pela administração pública.
O excesso de autonomia conferido às instituições de ensino revalidadoras resultava em um vagaroso processo de revalidação e reconhecimento, num acesso disperso à informação por parte dos requerentes e, por consequência, numa situação de insegurança jurídica quanto à validade de diplomas, com prejuízos potenciais à sociedade, ao Estado, à ciência e às próprias instituições de ensino superior. O quadro levou nos últimos anos muitos imigrantes a optar por empregos de nível médio ou a se matricular em cursos de ensino superior ou técnicos para obter um diploma que lhes permita trabalhar.
Com as novas regras, exigiu-se uma padronização de processos e documentos requeridos pelas universidades revalidadoras. A documentação apresentada pelos estrangeiros não precisa mais ser traduzida, caso esteja em uma das línguas ditas francas (inglês, francês ou espanhol). Além disso, as instituições passaram a ter um prazo para conclusão dos processos: no caso da graduação, o prazo total do processo é de 60 dias, e no caso de mestrado e doutorado, de 90 dias.
As novas regras estabelecem ainda que as universidades podem aplicar exames em caso de dúvidas quanto à equivalência de disciplinas ou para substituir a análise de documentos. As provas aplicadas para os estrangeiros que não têm documentação completa são em português, o que é um empecilho para alguns imigrantes, inclusive refugiados. Além disso, a criação da plataforma permitiu que os portadores de diploma estrangeiro se cadastrem, selecionem uma universidade, enviem a documentação e façam a solicitação de revalidação de forma digital. Entretanto, como o cadastro na plataforma não é obrigatório para as universidades revalidadoras, a adesão tem sido lenta. Atualmente, são 61 universidades, concentradas na maioria nas regiões Sul e Sudeste do país.
Nesse sentido, o estudo ressalta que a regulamentação da Lei de Migração é uma importante oportunidade para reflexão a respeito dos procedimentos que afetam os imigrantes no processo de reconhecimento de sua formação acadêmica. A melhora destes processos pode ajudar tanto aos imigrantes como aos brasileiros que realizam suas formações no exterior.
Para mais informações sobre o estudo, acesse o site.

Paula Klien expõe, simultaneamente, obras inéditas em Londres e Berlim, em Setembro


Após individual na capital alemã, em fevereiro, e participação na Clio Art Fair, em NYC, e na arteBA, em Buenos Aires, a artista plástica brasileira volta a apresentar seu trabalho na Europa utilizando pintura em nanquim

Única brasileira a participar da coletiva “Asia On My Mind” na aquabitArt gallery, Berlim, que se encerrou no último dia 20 de agosto, a artista plástica Paula Klien segue trilhando com sucesso internacional sua recente carreira no circuito das artes visuais, depois de se consagrar no ramo da fotografia. Seu ano prolífico - iniciado com a individual “Invisibilities”, na Augustrasse, referência no circuito de artes de Berlim, seguido por sua participação na Clio Art Fair (Nova Iorque) e na 26° edição da arteBA (Arte de Buenos Aires), pela galeria de arte Emma Thomas - será brindado ainda com mais duas exposições internacionais, simultaneamente, de 14 a 17 de Setembro: na SaatchiGallery, considerada uma das maiores e mais importantes galerias de arte de Londres, participando com cinco obras, sendo quatro inéditas; e novamente em Berlim, desta vez participando da Positions Berlin Art Fair, com três obras, sendo duas delas inéditas. O evento reunirá seletas galerias internacionais, as mais importantes da arte contemporânea e moderna do mundo.
De volta à sua primeira manifestação artística, Paula Klien retoma o universo das artes plásticas e como investigação encontra na tradição milenar do nanquim, um contraponto à sua experiência com a produção de imagens através de aparatos técnicos e máquinas. Em suas novas experiências, luz e sombra se transformam em base de sustentação para as abstrações monocromáticas e fluídas. Conceitualmente, a pesquisa está no campo da arte & espiritualidade, onde os processos são ferramentas de busca por transcendência, atemporalidade, silêncio e entrega. Na vivência entre a espontaneidade e o controle, entre a ação e a não-ação, o visível e o invisível, as formas são imprevisíveis e sem limites, sem bordas, desdobramentos do acaso.
'Obras-manifestações' revelam mistérios do intangível explorados pela artista. Em seu abstracionismo lírico, telas e objetos tridimensionais materializam-se de forma homogênea e elegante, trilhando, entretanto, linhas cruas e desprovidas de adereços. Com a proposta de  releitura da tradicional ‘Chinese Ink Painting’, Paula Klien desenvolve uma técnica pessoal, tornando contemporâneo um trabalho cuja versão clássica tem origem nas influências da doutrina Taoísta na China, pelo princípio de deixar fluir.

10º Sustentar na Fundação Dom Cabral: Cerimônia, apresentação Wagner Tiso, Diálogo e Prêmio

SEXTAS ABERTAS | AGOSTO



Programação do SEXTAS ABERTAS do dia 25 de agosto:
 
MANHà
. Oficinas:
- Contação de Histórias, com Zenith Amaral – para crianças de 7 a 10 anos – de 8h às 9h30 e de 9h30 às 11h.
- Cerâmica, com Andreia Miranda – para crianças de 7 a 10 anos – de 8h às 9h30 e de 9h30 às 11h.
- Circuito Brincante, com Simone Quites e Nayara Casazza – para crianças de 7 a 10 anos – de 8h às 9h30 e de 9h30 às 11h.

TARDE
. “BrechArte Delírios/DoEscambo” e Convidados (arte, gastronomia, moda, artesanato) – organização: Fernanda Lina - das 13h às 19h.
. Apresentação e Aula Aberta de Dança de Rua, com o Grupo Oii bnt – a partir das 14h.
. Performance “A Filha da Véia II”, com Emiliana Marquetti, acompanhada de sessão de desenho – às 17h.
. Oficinas:
- Escultura com Monotipias, com Ana Fátima Carvalho e César Teixeira – para jovens de 11 a 16 anos – de 14h às 17h.
- O objeto que se transforma, com Jéssica Luiza Cardoso – para jovens de 11 a 16 anos – de 14h às 17h.
- Mosaico Mural e Escultórico, com Rachel Falcão – a partir de 16 anos – de 14h às 17h.

SERVIÇO: Sextas Abertas de Agosto
DIA: 25 de agosto de 2017
PÚBLICO: Comunidade e demais interessados – Entrada Franca
LOCAL: Núcleo de Arte da FAOP – Praça Antônio Dias, nº 80, Bairro Antônio Dias – Ouro Preto /MG.

Prelúdio 21 convida José Staneck (gaita) e Cristina Andreatti (piano), com entrada gratuita, neste sábado, 26 de agosto, no CCJF


Com participação da gaitista Guta Menezes, concerto apresentará obras para piano e gaita dos compositores Marcos Lucas, José Orlando Alves, Sergio Roberto de Oliveira, Alexandre Schubert, Caio Senna e Neder Nassaro

Dando seguimento a sua 10ª Temporada no Centro Cultural da Justiça Federal, e a 20ª de sua carreira, o grupo de compositores Prelúdio 21 receberá, no próximo dia 26 de agosto, sábado, às 15h, a pianista Cristina Andreatti e José Staneck (gaita), contando com a participação da também gaitista Guta Menezes. No programa, as obras “Nó Cego” (Neder Nassaro), “Desencadear é Desprender o Preso, é Desatar o Atado” (Caio Senna), “Desertos” (Sergio Roberto de Oliveira),"Toccatina" (Marcos Lucas) e “Arabescos” (José Orlando Alves) e “Sobre Rosas”, de Alexandre Schubert. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês, sempre com entrada gratuita.

Prelúdio 21
Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.
A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.
O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

Serviço:

26 de agosto, sábado  - Prelúdio 21 convida José Staneck (gaita), Guta Menezes (gaita) e Cristina Couto Andreatti (piano)
Horário: 15h
Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550
Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre

Programa:
Toccatina - Marcos Lucas
Desertos - Sergio Roberto de Oliveira
Desencadear é Desprender o Preso, é Desatar o Atado - Caio Senna
Participação da gaitista Guta Menezes
Arabescos - José Orlando Alves
Sobre Rosas -Alexandre Schubert
Nó Cego - Neder Nassaro