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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Indicador Antecedente Composto da Economia sobe em novembro

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) e pelo The Conference Board (TCB), subiu 0,5% entre outubro e novembro, atingindo 111,2 pontos. Das oito séries componentes, cinco contribuíram para a alta do indicador, com destaque para o Índice de Expectativas do Consumidor, que variou 4,6%. O Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE, FGV TCB) do Brasil, que mensura as condições econômicas atuais, subiu 0,3% no mesmo período, para 99,9 pontos. 
“Todos os componentes do ICCE contribuíram positivamente para a expansão do indicador em novembro, estabelecendo seu oitavo mês consecutivo de variações não negativas. O comportamento do IACE no mesmo período sinaliza que o período de expansão da atividade econômica iniciado no primeiro trimestre de 2017 deverá ter continuidade ao longo dos próximos meses”, afirma Paulo Picchetti, pesquisador do FGV IBRE.
O Indicador Antecedente Composto da Economia agrega oito componentes econômicos que medem a atividade econômica no Brasil. Cada um deles vem se mostrando individualmente eficiente em antecipar tendências econômicas. A agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados “ruídos”, colaborando para que a tendência econômica efetiva seja revelada.
Sobre o Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE)
O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil foi lançado em julho de 2013 pelo FGV IBRE e pelo The Conference Board. Com uma série desde 1996, o IACE teria antecipado, de maneira confiável, todas as quatro recessões identificadas pelo Comitê de Datação de Ciclos Econômicos do FGV IBRE (CODACE) durante este período. O indicador permite uma comparação direta dos ciclos econômicos do Brasil com os de outros 11 países e regiões já cobertos pelo The Conference Board: China, Estados Unidos, Zona do Euro, Austrália, França, Alemanha, Japão, México, Coréia, Espanha e Reino Unido.
Para visualizar o relatório completo, acesse o site.

Especialistas debatem ensino participativo a distância

O Núcleo de Metodologia de Ensino (NME) da Escola de Direito de São Paulo (FGV Direito SP) realizou, em 6 de dezembro, um encontro para debater o ensino participativo a distância. O evento contou com a presença de especialistas da área da educação a distância (EaD) e da área de tecnologia da informação para discutir os principais desafios e oportunidades de um ensino não presencial participativo e de maior qualidade.
O evento se insere em um contexto no qual a crescente facilidade de acesso às novas tecnologias, atrelada à grande demanda pela democratização do acesso ao ensino superior no Brasil, tem sido um incentivo para a popularização dos cursos a distância. Nos últimos anos a modalidade teve um percentual de volume de ingressos bastante expressivo, ao contrário do ensino presencial, e, segundo o Ministério da Educação e Cultura (MEC), em cinco anos a educação a distância deverá responder por metade das matrículas na educação superior brasileira.
De acordo com a professora Marina Feferbaum, coordenadora do NME, neste cenário, tutores, desenhistas instrucionais e conteudistas serão em grande parte responsáveis pela qualidade do ensino superior brasileiro. “É preciso pensar em como os responsáveis por cursos a distância podem melhorar o que já fazem, utilizando novas metodologias de ensino a distância combinadas com diferentes ferramentas tecnológicas disponíveis”, afirma.
Durante o encontro, também foram trazidas ao debate reflexões decorrentes da primeira edição do programa de certificação a distância de professores para o ensino superior, realizado pela FGV ao longo de 2017 por meio de quatro cursos online oferecidos pela FGV Direito SP e pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional (FGV IDE).
O evento, aberto pela coordenadora institucional e vice-diretora da FGV Direito SP, Adriana Ancona de Faria, e pelo diretor de programas e processos acadêmicos do FGV IDE, Gerson Lachtermacher, contou com a participação dos pesquisadores do NME, Guilherme Klafke, Stephane Lima, Luiza Corrêa, e com Mary Murashima, Maristela Tavares, Carolina Mendonça e Sandro Bonadia, da FGV SOL. Também participaram das duas mesas de debates do evento Maria Alice Passos Mendes, superintendente de produto online da FGV; Maria Alice da Justa Lemos, superintendente de controles internos da FGV; Márcio Sanches, coordenador da Universidade Corporativa do Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp); Flávio Roberto Bueno, especialista em desenho institucional; os tutores Cláudia Acosta, Leilani Dian Mendes, Clio Radomysler; e os alunos do programa de certificação a distância Júlio César Ferronato e Luciana Ribas.

Medalha Mário de Andrade

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

III CMDT - Colóquio sobre Materiais Dielétricos e Técnicas Emergentes de Ensaios e Diagnósticos



Ceensp discutiu sistemas alimentares e suas implicações para saúde e políticas públicas

Debater a entrada das grandes corporações da indústria alimentícia nos países da América Latina e nos lugares mais pobres desses países foi o principal objetivo do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos realizado em 8 de novembro. 

Com o tema A guerra (não tão) surda entre dois sistemas alimentares: implicações para a saúde e políticas públicas, o Ceensp contou com a participação do pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Nutrição e Saúde (NUPENS), Carlos Augusto Monteiro, e da pesquisadora do Departamento de Ciências Sociais da ENSP, Rosana Magalhães. 

A sessão foi coordenada por Letícia Cardoso, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP e pesquisadora do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da Escola. A palestra está disponível na íntegra no canal da ENSP no Youtube. 

IGP-M acelera na primeira prévia de dezembro

Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) registrou taxa de variação de 0,73%, na apuração referente ao primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período de apuração do mês anterior, este índice registrou taxa de -0,02%. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGP-M de dezembro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 30 do mês de novembro.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,96%, no primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período do mês de novembro, o índice variou -0,09%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de 0,19% para 0,47%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,31% para 1,08%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 1,47%, ante 1,70%, no mês anterior. A principal contribuição para este recuo partiu do subgrupo suprimentos, que passou de 2,88% para 0,89%.
O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de 0,96%. No mês anterior, a taxa foi de -2,62%. Entre os itens com taxas em trajetória crescente, destacam-se: minério de ferro (-14,95% para 1,99%), leite in natura (-8,21% para -0,89%) e bovinos (-1,67% para 1,47%). Em sentido oposto, vale mencionar: soja (em grão) (2,72% para 0,70%), milho (em grão) (3,71% para 1,34%) e aves (3,50% para 1,05%). 
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou taxa de variação de 0,30%, no primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,03%. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Transportes (0,11% para 0,78%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 0,51% para 2,97%.
Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (-0,59% para 0,54%), Vestuário (-0,35% para 0,96%), Alimentação (-0,28% para -0,17%), Habitação (0,29% para 0,37%) e Despesas Diversas (-0,01% para 0,06%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: passagem aérea (-12,92% para 20,39%), roupas(-0,30% para 1,12%), laticínios (-1,64% para 0,36%), taxa de água e esgoto residencial (0,00% para 1,48%) e alimentos para animais domésticos (-1,23% para 0,19%), respectivamente.
Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,52% para 0,32%) e Comunicação (0,20% para -0,21%). Nestas classes de despesa, vale mencionar: perfume (1,67% para -0,82%) e tarifa de telefone residencial (0,00% para -2,10%), respectivamente.
Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,30%, no primeiro decêndio de dezembro. No mês anterior, esse índice apresentou taxa de variação de 0,29%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,54%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,64%. O índice que representa o custo da Mão de Obra apresentou variação de 0,10%. No mês anterior, este índice não variou.

Juristas debatem corrupção e lavagem de dinheiro no exercício da advocacia

O Grupo de Estudos de Direito Penal Econômico (GPDPE) da Escola de Direito de São Paulo (FGV Direito SP) realiza, no dia 14 de dezembro, às 9h, o evento “Riscos de Responsabilidade Penal no Exercício da Advocacia”. A rodada de discussões vai abordar o exercício da advocacia, lavagem de dinheiro e corrupção e contará com a participação de membros do Mestrado Profissional da FGV Direito SP, do GVlaw e de profissionais de diversas áreas do Direito.
A abertura do evento será realizada pela coordenadora do GPDPE, professora Heloisa Estellita, e pelo secretário-executivo do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), Ricardo Liáo. Já as discussões estão estruturadas em dois blocos. O primeiro deles focará nos debates sobre riscos de responsabilidade penal no exercício da advocacia. O advogado Bruno Borragine vai falar sobre lavagem de capitais. Já o também advogado Eduardo Ferreira vai fazer uma abordagem sobre corrupção.
O segundo bloco, por sua vez, terá enfoque na adoção de medidas de prevenção à lavagem de dinheiro por advogados. Participam dos debates os advogados Theodoro Balducci, que vai falar sobre a regulamentação da advocacia na Espanha e em Portugal, e Aldo Romani, que apresentará uma proposta para regulamentação da atividade profissional no Brasil.
O evento será realizado no auditório da FGV Direito SP (Rua Rocha, 233. Bela Vista, São Paulo). Para mais informações e inscrições, acesse o site.

Mostra de Processos Criativos | FAOP

VIII ENAM - Encontro Nacional de Máquinas Rotativas



FÓRUM PANROTAS 2018



terça-feira, 12 de dezembro de 2017

FGV e Secretaria Nacional de Cidadania publicam diretrizes de direitos humanos para empresas

A Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV Direito SP) e a Secretaria Nacional de Cidadania do Ministério dos Direitos Humanos lançaram a cartilha “Implementando os Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos: o dever de proteger do Estado e a responsabilidade das empresas de respeitar os direitos humanos”.
As diretrizes, elaboradas com a participação do Centro de Direitos Humanos e Empresas da FGV Direito SP, contêm subsídios técnicos e científicos sobre a temática, buscando ampliar o debate sobre o assunto no país. O material inclui os “Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos da ONU”, os paradigmas para os Estados e empresas na implementação desses princípios, os deveres do Estado de proteger os Direitos Humanos e das empresas de respeitá-los, além de outros assuntos oriundos, por exemplo, do Relatório do Grupo de Trabalho da ONU.
De acordo com o texto, são três objetivos principais. O primeiro deles é esclarecer as mudanças promovidas pelos Princípios Orientadores (POs) e seus reflexos no dever dos Estados de proteger os direitos humanos e, como consequência disso, da responsabilidade das empresas de respeitar esses direitos. A segunda proposição é apontar exemplos de temas a serem considerados na política brasileira que venha a implementar os POs. Por fim, a última meta é sugerir os próximos passos para a implementação dos POs no Brasil.
Para acessar o documento, acesse o site.

Automação no mundo jurídico deve se intensificar nos próximos anos

A aplicação de algoritmos e inteligência artificial vem transformando drasticamente o universo jurídico e a maneira de se ensinar direito precisa levar em consideração o impacto da tecnologia. Esse foi o tom do encontro “Automação e o futuro da profissão jurídica”, que marcou o encerramento da disciplina sobre o tema na Escola de Direito de São Paulo (FGV Direito SP) no dia 27 de novembro.
Oscar Vilhena Vieira, diretor da FGV Direito SP, avalia que a atividade de um jurista consiste, basicamente, em ouvir relatos de pessoas e os transformá-los em linguagem jurídica. Segundo ele, a revolução tecnológica que está afetando o mundo corporativo também deve afetar o Direito ao assumir tarefas repetitivas. Vilhena citou dados da American Bar Association, que apontam que 30% das empresas jurídicas terão desaparecido nos EUA ainda nesta década.
“Diante dessa realidade, nossa missão como Escola de Direito é procurar atender a essas novas realidades e lidar com uma geração que vem com uma linguagem completamente distinta. Além disso, nossos objetos de reflexão são a forma como a tecnologia é regulamentada, como a Escola se apropria dessas inovações e qual o impacto do Direito sobre as novas tecnologias”, explica o professor.
Essas conclusões levaram à criação do projeto Labtech (Laboratório de Tecnologia), disciplina que incentivou os alunos a mergulhar no universo da programação aplicada ao Direito. O objetivo é promover o contato dos alunos com novas tecnologias e o crescente mercado das lawtechs. Além disso, visa estimular o estudo de seu impacto no mercado e ensino do Direito.
O Labtech surgiu no âmbito projeto de pesquisa “O Futuro das Profissões e Ensino Jurídico”, capitaneados pelos professores Alexandre Pacheco e Marina Feferbaum, dentro do Núcleo de Metodologia de Ensino, Grupo de Ensino e Pesquisa em Inovação e o GVlaw para tentar compreender os seguintes pontos: quais as novas profissões jurídicas que surgirão com a chegada das tecnologias digitais? Que habilidades devem ter os novos profissionais do direito diante deste contexto? Como o ensino deve se adaptar para melhor preparar os alunos da FGV?
Os alunos foram divididos em quatro grupos, que elaboraram projetos de automatização de contratos sociais, apelação e mandado de segurança para exclusão de ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins, desenvolvimento de instrumento particular de locação para shopping centers e oposição de marca. 
Durante um semestre, eles passaram por uma fase de imersão, onde tiveram uma introdução à linguagem de programação para passar à construção de árvores de decisão, traduzir a árvore na linguagem de programação e apresentar o balanço dos resultados. Em todas as fases, o Labtech contou com a parceria da plataforma Looplex, especializada na automação inteligente de documentos, como petições e contratos.
Todos os alunos foram enfáticos em afirmar que, dessas fases, a mais difícil foi a adaptação à linguagem de programação, mas também os grupos tiveram a preocupação em trabalhar eficientemente a técnica jurídica.

Rio de Janeiro ganha cantata de Natal dia 17 de dezembro na Catedral Metropolitana, no Centro

Elba Ramalho participa do projeto inédito “EnCanto de Natal” idealizado pelo Maestro Vito Nunziante JR e Gran Coro

Descrição: Imagem_Web

A belíssima Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro, localizada no Centro da cidade, será o palco do projeto “EnCanto de Natal 20017”, organizado pelo Maestro Vito Nunziante Jr. e o Gran Coro, formado por 110 vozes masculinas e femininas.  A Cantata de Natal terá início às 15h e além das apresentações musicais contará com uma encenação teatral sobre o nascimento de Jesus. No repertório estão músicas clássicas, canções natalinas, participações da cantora do Teatro Municipal Cíntia Fortunato e Elba Ramalho.  Todas as músicas serão acompanhadas por orquestra composta de instrumentistas experientes e instrumentos de cordas, sopro, metais e percussão. O evento terá entrada gratuita e os organizadores estão incentivando a doação voluntária de 1 quilo de alimento não perecível que será destinado a uma entidade sem fins lucrativos. 
  
- A ideia da cantata surgiu da necessidade do próprio coral e da população. O projeto existe desde 2010 e começou apenas com um teclado. Em 2015 implementamos com a orquestra e coral. No ano passado juntamos dois corais (Méier e Botafogo) com 60 músicos. Para este ano incorporamos mais um coral (Ilha do Governador) e seria impossível realizar em uma paróquia. Daí veio a iniciativa de fazer uma apresentação na Catedral, que é um ícone da cidade, e foi prontamente atendida pelo Cardeal Orani Tempesta.Descrição: Elba Ramalho_2763_WEB

A ideia do maestro Vito é que o EnCanto de Natal entre para o calendário oficial de eventos da cidade, já que não tem nenhum outro evento do tipo. Para isso, um projeto já está em andamento para que o pedido seja apresentado à prefeitura.

- Estamos ensaiando desde maio o repertório de Natal, e era muito engraçado ver as pessoas passando e ouvindo músicas natalinas. A orquestra já me acompanha há muitos anos e conhecem todos os arranjos. É tudo ao vivo, nada playback – conta o maestro.

Sobre o Gran Coro

Gran Coro é um coral sem fins lucrativos, composto de vozes adultas, femininas e masculinas, de diferentes naipes, com 120 coristas voluntários oriundos do Coral da Paróquia Sagrado Coração de Jesus (localizada no Méier), do Coral da Paróquia São João Batista da Lagoa (localizada em Botafogo) e do Coral da Paróquia Nossa Senhora Aparecida (localizada na Ilha do Governador), sob a regência, acompanhamento instrumental e direção geral e técnica do maestro Vito Nunziante Jr. O Gran Coro possui também Portadores de Necessidades Especiais (PNE) e refugiados em grupo de coristas, promovendo a inclusão social e o respeito a diversidade cultural.

Os corais que compõem o Gran Coro possuem em seu histórico diversas apresentações ao público da região de suas respectivas paróquias, como Cantatas de Natal, Cantatas de Páscoa e eventos religiosos comemorativos do calendário católico, utilizando um repertório variado de música sacra e popular com letras em diversos idiomas; tendo em sua carteira de apresentações a realização da Cantata de Natal em 2016 para um público de 700 pessoas, com acompanhamento de orquestra e apresentação de um ato teatral abordando a passagem bíblica do nascimento de Jesus.

O Gran Coro possui uma estrutura de planejamento, coordenação e supervisão para a execução das atividades artísticas e para controle de cronograma na realização de seus eventos, de forma a assegurar a qualidade técnica, sonora e visual, de suas apresentações. 

Sobre o Maestro Vito Nunziante Jr

O Maestro Vito Nunziante Jr., formou-se em 2002 pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em Piano Clássico pelo Conservatório Brasileiro de Música, tendo concluído também o curso de Regência Coral pela Pro-Arte em 2009.  Há 27 anos trabalha junto a diversas paróquias da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Aos 16 anos obteve o título de profissional pela Ordem dos Músicos do Brasil e passou a acompanhar o coral Lucília Guimarães Villa-Lobos (Tijuca). Fundou, dirigiu e acompanhou diversos corais, sendo a primeira direção em 2004, no Coral Cantate Domino (Ig N. Sra. De Copacabana). Recebeu em Novembro de 2017, na Academia Brasileira de Letras, a medalha Cartola, pela contribuição à Cultura, Literatura e ao social. Atualmente é regente dos corais São João Batista da Lagoa (Ig São João Batista da Lagoa - Botafogo), Projeto Cantar para Viver (Tijuca), Sagrado Coração de Jesus (Ig Sagrado Coração de Jesus - Méier), Nossa Senhora Aparecida (Ig Nossa Senhora Aparecida – Ilha do Governador), Madre Regina (Casa de Saúde São José – Humaitá) e Mater Domini (Ig Nossa Senhora da Conceição e São José – Engenho de Dentro).

Programação:
14h – Abertura dos portões
15h – Terço da Misericórdia: Conjunto de orações conduzidas pelo padre Leandro e a equipe da Rádio Catedral na abertura do evento e animados pelo Ministério Razão de Viver
16h – Apresentação musical e teatral
18h – Encerramento


SERVIÇO:
EnCanto de Natal
Local: Av. Chile, nº 245, Centro, Rio de Janeiro. Telefone:
Data: 17 de dezembro (domingo)
Horário: 15h às 18h
Classificação Livre
Entrada gratuita / indicado que leve 1Kg de alimento não perecível

Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro apresenta Natal in concert

Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro, formada por músicos de comunidades cariocas, se apresenta na Sala Cecília Meireles com músicas natalinas no repertório

“Natal in concert” acontecerá no dia 15 de dezembro, com entrada gratuita

O clima de Natal estará presente no concerto que a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro realizará no próximo dia 15 de dezembro, às 19 horas, na Sala Cecília Meireles. Além de obras de Strauss, Tchaikovsky e outros compositores, o programa inclui uma suíte de canções natalinas, como Noite Feliz e White Christmas. Outro ponto alto da noite será a execução da peça Meditação de Thais (J. Massenet), que contará com o violinista Gabriel Jesus da Paixão, morador do Complexo do Alemão, como solista. A entrada é gratuita.
Oriundos de comunidades como Babilônia, Chapéu Mangueira, Cantagalo, Pavão Pavãozinho, Complexo do Alemão e Morro dos Macacos, os 51 músicos têm entre 13 e 22 anos e fazem parte do projeto Ação Social pela Música do Brasil, dirigido pela musicista e produtora cultural Fiorella Solares. A Orquestra Sinfônica Jovem do Estado do Rio de Janeiro foi criada em 2014, com o objetivo de profissionalizar e dar suporte a jovens músicos de projetos sociais, aperfeiçoando a prática orquestral e conduzindo-os à universidade.
O grupo já se apresentou em diversos palcos importantes da cidade, como Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Cidade das Artes, Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), Centro Cultural da Justiça Federal, Caixa Cultural, Igreja Anglicana de Botafogo, Igreja da Nossa Senhora da Paz, Candelária, entre outros.
Há um ano a orquestra conta com a liderança do maestro Mateus Araújo, que já esteve à frente da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, de Belém, e Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto.

Sobre a Ação Social pela Música do Brasil
O projeto foi fundado em 1994 e, nestes mais de vinte anos, produziu efeitos relevantes na vida de milhares de jovens no Rio de Janeiro e em outras cidades do Brasil. A missão da ASMB é a inclusão social e a formação de cidadania de crianças e jovens que vivem em situação de vulnerabilidade social, através do ensino da música clássica.

PROGRAMA:
J. STRAUSS – Abertura 'O Morcego'
J. MASSENET - Meditação de Thaís (solista de Gabriel Jesus da Paixão)
P. TCHAIKOVSKY - Valsa da Serenata para Cordas, op.48 
P. TCHAIKOVSKY - Valsa das Flores 
A. BORODIN - Danças Polovtsianas 
A. ADAM - O Holy Night 
M. LEIGH - Sonho Impossível 
Suíte de Natal (Arranjo Mateus Araújo) - White Christmas, Adeste Fideles, Pastoril Alagoano, Noite Feliz.


SERVIÇO:
Natal in concert - Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro
Dia 15 de dezembro de 2017, às 19h
Local – Sala Cecília Meireles
Endereço – Rua da Lapa, 47, Lapa – Rio de Janeiro, RJ
Entrada Gratuita
Classificação etária livre

Inauguração da Exposição 2+ Abstração Contemporânea, Cosme Martins e Rogerio Tunes

Exposição de Arte

2+ Abstração Contemporânea

Cosme Martins e Rogerio Tunes
Horácio Ernani tem o prazer de convidar para  exposição,
com inauguração dia 12 de dezembro às 18 horas.
Continuando até o dia 21 de dezembro,
de segunda a sexta no horário de 14 às 19 horas.
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Saiba um pouco mais sobre Cosme Martins


Cosme Martins nasceu no Maranhão em 1959. Iniciou sua carreira em sua cidade natal, São Bento, pintando temas figurativos locais. Na década de 80, mudou-se para o Rio de Janeiro com o objetivo de expandir o reconhecimento de sua arte.

No Rio de Janeiro, obteve orientação de grandes artistas Rubens Gerchman, Luiz Áquila, Aluísio Carvão, Kate Van Scherpenberg e José Maria Dias da Cruz. Tais experiências com grandes mestres da arte brasileira favoreceram a obtenção de prêmios e participações em salões e importantes museus de arte como Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro e Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Recebeu apoio, reconhecimento, e interferências de críticos notáveis. Walmir Ayala afirmou que sua maneira de pintar era a “nova escrita”.   Em sua obra Dicionário de Pintores Brasileiros (1987), Walmir Ayala, escreve que:

"O mais surpreendente na obra de Cosme Martins é a coerência da linguagem adotada, cuja referencia mais imediata encontramos no extraordinário acervo da azulejaria colonial, enriquecendo a arquitetura de São Luiz. Há uma identidade subliminar neste enfoque, resultante de convivência humana do artista com seu meio, ativada por um olhar registrado de primeira qualidade. E este reflexo não se faz, em nenhum momento, anedótico ou discursivo: o que passa para a pintura de Cosme Martins é a própria alma da cidade, no que tem de particular, universalizada pela receita minimalista de signos registrados. Não estamos distante, tampouco, de um sistema de escrita, de uma semiologia que induz a leitura a partir de um movimento anatômico situado no âmbito do código. A leitura referida torna-se assim, aberta, como a uma leitura capaz de refletir o testamento do homem no plano de criação."
Já Roberto Pontual abriu as primeiras portas para o mercado de arte. Foi ele que recebeu  Cosme Martins em Paris quando foi vencedor do Prêmio Viagem através da participação na exposição A “Mão Afro Brasileira em Pintura”. Nessa viagem, Cosme Martins relembra a oportunidade que teve de conhecer Cícero Dias, Mabe e reencontrar Rubens Gerchman, que lhe deu aulas e foi o primeiro a dizer, anos antes ainda no Maranhão, que era possível alcançar reconhecimento em projeção nacional .

 
Saiba um pouco mais sobre Rogerio Tunes



Há obras de arte que se afirmam desde o início pelo sucesso na recepção. Sem agenciamentos do aparatus crítico, sem a propulsão do imperativo da inovação. Tal qual! Empatia espontânea, sincronia nos esquemas de percepção do gusto de um segmento do Zeitgeist  com as peculiaridades da fatura e a estética subjacente à obra. Simplicidade no fenômeno da aceitação. Nenhuma grande rationale  filosofante a ser perscrutada pela análise crítica.

Assim é o processo de impacto estético da obra de Rogerio Tunes. Essa pintura abstrata informal de cunho episodicamente expressionista, causa bonheur  na recepção e certo malaise na critica. Pinceladas vigorosas, arremessos cromáticos, um certo tachismo (na acepção recente de Pierre Guéguem), energia vital que procura expressão plástica... A expressão artística de Rogerio Tunes na pintura é um ato de afirmação artística, uma metáfora do Kunstwollen  de um dos paradigmas da teórica estética alemã da virada do século XIX para o XX.

Com percurso acadêmico e profissional nas artes gráficas, a vivência de uma temporada em Nova Iorque, no início da década de 80, terá certamente sido fundamental em seu futuro savoir-faire artístico.   Pollock e De Kooning representam, segundo ele, as influências mais decisivas desse período. As variantes de um certo abstracionismo informal em confrontos e metamorfoses com um moderado expressionismo abstrato falam pelas linhas de força, pelo centro de gravidade que sustentam e determinam o ato criativo.


A expressão artística de Rogerio Tunes é depurativa diante de si mesma e do espectador. Ocorre na recepção uma simplificação da carga semiótica; um certo minimalismo polissêmico, não raramente quase rudemente simples em sua expressão. O diafragma que intermedia a obra e a recepção reduz o campo significativo e enfatiza quase que com simplória eloquência o impacto estético em sua mais imediata contundência - enseja o fruir da obra de arte de uma maneira imediata, tout court.

Duveen dissera certa vez que a obra de arte boa para o público e para o marchand é aquela que se vende por si só. Essa afirmação, brutalmente simples, deixa críticos de sobrancelhas arqueadas e diz muito da obra de Rogerio Tunes. Que segredo contêm elas, para além dos cortes e recortes do pós-moderno, que expliquem seu bem sucedido apelo? Uma magia cromática, reverberações discretas de arquétipos no inconsciente moderno? O élan vital que perpassa suas largas pinceladas? O jogo de claros/escuros, de ascendentes/descendentes? A tensão do plano que evita e descarta as profundidades? O pragmatismo abstrato de Rogerio Tunes está em conivência com o espírito da época: despojamento enfático da retórica cromática, eliminação das recorrentes metafísicas.

Mas também a metáfora cósmica permeia o campo cromático e semântico, sístoles e diástoles tachistas evocam a dinâmica das forças de um caos original que ele tenta plasticamente representar... e controlar! Aqui o Kunstwollen se faz mais presente e a sensação e constatação do senso de composição de suas telas restaura-nos a impressão de possibilidade, de terra firme. Por fora do caos, da gigantomachia  das convergentes e rispidamente contrastadas cores, existe um formato, um formato de cunho abstrato, um anteparo, um direcionamento estético malgré tout, enfim, uma controlada ousadia; um artista que desordena e restaura ao mesmo tempo. Há algo, até mesmo, de um certo classicismo subjacente, um elemento recorrente, restaurador, talvez um otimismo sísifico que se recusa a arrastar-se pela conflagração desordenada das forcas caóticas que ele procura representar. Há também um certo confronto com o vazio primordial, um desafio diante do horror vacui. O imperativo do rigor é uma herança provável de uma influencia distante, velada, talvez de Mondrian.

A paleta de Rogerio Tunes é decididamente grave, mas de uma gravidade afirmativa, enérgica e otimista. É essa uma de suas diferenças com a variante abstrata da tradição expressionista. Os contrastes ocorrem, sobretudo com as cores frias - um preto onipresente e soberano - entremeados por um episódico elemento restaurador ou transgressor do amarelo ou vermelho, mas que podem também atuar como tenores de seu concerto cromático. Graves, mas não drásticos. Graves e, sobretudo não tristes. Seu amarelo não possui de modo algum a drasticidade emocional de seus antepassados expressionistas. Seu vermelho não é tampouco sentimental, espalhafatoso. É um vermelho ostinato. Se ele excitar em demasia sempre haverá um azul para acalmar. O episódico verde de uma fase pretérita é hoje raro. Uma paleta vital dentro de uma expressão abstrata que se tornou a via do artista, um artista que se recusa a aceitar propaladas definições acadêmicas que lhe enfiem etiquetas como se fossem moldes referenciais a pré-determinar-lhe a produção.


 
Espaço Ernani Arte e Cultura